Diários “Fato” e “Aqui Notícias” registram as jornadas medievais do livro ‘MG’

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Diários “Fato” e “Aqui Notícias” registram as jornadas medievais do livro ‘MG’

“Livro descreve jornadas medievais”. Com esse título, o diário Fato publicou uma reportagem completa assinada pelo experiente jornalista Ailton Weller destacando as pesquisas de campo do escritor Romulo Felippe para o amparo histórico do livro Monge Guerreiro. “Descobri, por exemplo, que o fim do inverno de 1238 culminou com um dos verões mais escaldantes daquele século. A paixão pela Idade Média me levou a escrever sob a inspiração de acontecimentos históricos – inserindo nesse processo vários personagens e reinos fictícios”, contou o autor durante a entrevista. Segundo Ailton Weller, “o livro, com 420 páginas (editora Drakkar) tem como protagonista o monge ortodoxo Bastian Neville, um ex-cavaleiro da Ordem do Templo que abandonou as linhas de frente das sangrentas batalhas na Terra Santa para buscar sua paz interior em um isolado mosteiro encravado nas montanhas da Grécia. Mas, nem mesmo o silêncio do Monte Meteóra dará fim aos pesadelos do francês”. “Idêntico aos templários, naquele período negro da Idade Média, Bastian é dócil com os seus irmãos de hábito, porém uma máquina de guerra ao empunhar uma espada. Mais do que um dilema, ele vive um intenso conflito em sua alma. Um combate incessante com seus demônios internos”, explica o autor. “Há muito mais em jogo. Temos outras jornadas em paralelo, em reinos distantes. Todas elas eclodindo em um final épico”, analisa.

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Com a manchete “Romance sobre Cavaleiros Templários é lançado na Casa dos Braga”, a reportagem do diário Aqui Notícias - assinada pelo jornalista Lucas Schuina – destaca que o autor explora fatos históricos da Europa Medieval em meio a elementos de aventura e fantasia. “Monge Guerreiro tem como ponto de partida um fato histórico: no século 13, o então rei da França, Luís IX, adquiriu de Constantinopla duas relíquias consideradas sagradas: a Coroa de Espinhos e a Lança de Longinus, que teriam sido usados na crucificação de Jesus Cristo. Tendo isso como um ponto de partida, a narrativa de Romulo Felippe recria ficcionalmente as peripécias da viagem de transporte dessas relíquias, que, em sua estória, é feita pelos famosos Cavaleiros Templários”, relata o jornal. O diário deu ênfase aos personagens místicos do livro. “Apesar dos elementos fantásticos, Romulo fez questão de amparar todo o seu romance em fatos históricos. ‘Naqueles anos havia uma forte crença na existência dessas criaturas através de registros e afins. Na visão do povo medieval, eram seres que personificavam o mal’, explica o autor”.

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