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25 razões para você ler o livro “Monge Guerreiro”

19/03/2017

Listamos abaixo uma série de opiniões compiladas sobre o romance medieval do autor Romulo Felippe, com análises de críticos literários, imprensa e leitores especializados. Essas frases foram retiradas de resenhas em sua maioria, em menos de três meses após o lançamento da obra. Confira e tire suas dúvidas:


O

“Monge Guerreiro é um livro que nos faz ser não apenas leitores, mas participantes da história pela narrativa criativa e elaborada do escritor Romulo Felippe. Altamente recomendado para todos os que se interessam por ficção e fantasia na Idade Média” (Bruno Garschagen, best-seller da Editora Record com o livro “Pare de Acreditar no Governo”)***

“Esse sensacional livro é uma jornada de fé. Um livro encantador que precisa ser lido, não por ser de um autor “nacional”, mas porque a boa literatura não tem fronteiras, e essa obra é a prova disso” (Diego Ribeiro, Acervo do Leitor) ***

"O autor entrega um livro nunca antes visto na literatura brasileira" (Alexander Weber, do Ponto Zero)***

"Simplesmente um livro que se põe na categoria dos melhores dentre os melhores do gênero ficção fantástica” (João Lopes, Armada dos Escritores)***


“Que tal uma mistura de Bernard Cornwell e George RR Martin? Estou lendo Monge Guerreiro. O livro tem traços de ficção histórica e uma pitada de fantasia. Não consigo largar o livro..." (Douglas Nardinho, do Literalmente) ***

“Eu simplesmente amei a leitura de Monge Guerreiro. É uma obra envolvente”” (Yvens Castro, do Saga Literária) ***

“Monge Guerreiro nasce para conquistar um espaço exclusivo” (L. P. Faustini, autor da saga “Maretenebrae”)***

“Um enredo incrível. Uma história para ser lembrada” (Iramar Junior, leitor especializado)***

“A obra é a própria personificação do autor” (Jackson Rangel, do portal folhadoes.com.br)***

“É impossível não se envolver na história e com esses personagens incríveis” (Val Kaline: escritora e resenhista)***

“Embora ficcional, “Monge Guerreiro” tem alguns acontecimentos inspirados em fatos” (Thiago Sobrinho, repórter de A Gazeta)***

“O romance tem como fundamento um mistério. Como os dois artefatos sagrados foram transportados a pontos tão longínquos? Quem os levou? Aí entrou a imaginação do escritor, que criou a maioria dos 80 personagens” (Alessandro de Paula, repórter de A Tribuna)***

“É um relato que, embora ficcional, busca ser fiel aos costumes do ano de 1238” (Ailton Weller, editor de ES de Fato)***

“São várias jornadas em paralelo, eclodindo em um final épico” (Diário ES Hoje)***

“Apesar dos elementos fantásticos, Romulo fez questão de amparar todo o seu romance em fatos históricos” (Lucas Schuina, repórter do Aqui Notícias)


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